ONZE MEMBROS DA ACADEMIA PERNAMBUCANA DE CIÊNCIAS ESTÃO ENTRE OS CIENTISTAS MAIS INFLUENTES DO MUNDO

A edição de 2026 do levantamento internacional elaborado por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a editora Elsevier, identificou 11 membros efetivos da Academia Pernambucana de Ciências (APC) entre os cientistas de maior impacto científico. A atualização foi divulgada em 7 de outubro e utiliza dados da base Scopus.

Os acadêmicos aparecem em duas listas: a de impacto acumulado ao longo da carreira, com citações de 1996 a 2025, e a de impacto em 2025, que considera as citações recebidas naquele ano. A APC reúne 10 pesquisadores na lista de carreira e seis na lista anual, sendo cinco presentes em ambas.

Impacto ao longo da carreira — 10 acadêmicos

  • Ulysses Paulino de Albuquerque (cadeira 46) – UFPE
  • Oscar L. Malta (cadeira 84) – UFPE
  • Francisco Cribari-Neto (cadeira 57) – UFPE
  • Cid Bartolomeu de Araújo (cadeira 85) – UFPE
  • Francisco de Assis Tenório de Carvalho (cadeira 88) – UFPE
  • Anderson Stevens Leonidas Gomes (cadeira 79) – UFPE
  • Clístenes Williams Araújo do Nascimento (cadeira 86) – UFRPE
  • Helinando Pequeno de Oliveira (cadeira 19) – Univasf
  • Teresa Bernarda Ludermir (cadeira 61) – UFPE
  • Luana Cassandra Breitenbach Barroso Coelho (cadeira 65) – UFPE

Destaques de 2025 — seis acadêmicos

  • Ulysses Paulino de Albuquerque (cadeira 46) – UFPE
  • Francisco Cribari-Neto (cadeira 57) – UFPE
  • Oscar L. Malta (cadeira 84) – UFPE
  • Anderson Stevens Leonidas Gomes (cadeira 79) – UFPE
  • Cid Bartolomeu de Araújo (cadeira 85) – UFPE
  • Maria Tereza dos Santos Correia (cadeira 95) – UFPE

Os resultados evidenciam a contribuição de pesquisadores vinculados à APC para a produção científica de impacto internacional. Dos 11 acadêmicos, nove estão ligados à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), um à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e um à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).

O Brasil no cenário mundial

O país contabiliza 1.304 pesquisadores na lista de carreira e 1.510 na lista anual, somando 2.021 cientistas distintos. Esses números colocam o Brasil na 27ª posição mundial na lista de carreira e na 24ª na lista de 2025.